sábado, 11 de março de 2017

Me time

Uma garrafa de vinha verde - de Ponte de Lima, das melhores, e música do Lalaland. Um 'me time'.
Entrei no mundo do trabalho, percebi toda aquela treta das notícias sobre o ' em Portugal o trabalhador achar que tem um dever para o patrão' dever, do género do agradecimento eterno. Uma parvoíce.
O mundo continua a girar.
E parece que ao contrário.
Não fossem as últimas notícias da 'Dra' (ahaha) Helena andar a dar conselhos sobre galdérias, ou o eurodeputado afirmar que as mulheres são mais pequenas e menos fortes logo têm que ganhar menos. Fodass. Parece que nada muda.
Tantas as vezes em que me ponho a pensar 'o que é que eu posso fazer?' .... sabem? para isto rodar no sentido certo. Para ver se avançamos um bocadinho.
Antes que o mundo nos engula de uma vez.
Eu sou das sossegadas.
Já aceitei a minha resolução.
Por enquanto me basta.
Sou um bocadinho assim com tudo.
Entenda-se... A desigualdade que existe não é só por parte de homens. Tantas mulheres pensam o mesmo... Enquanto for assim... Então resolvi começar por mim.
Deixar os julgamentos.
Parece tão simples e contudo é tão complicado.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Review #BBCreamCien entre outros

Eu não usava maquilhagem - exceptuando claro quando saía à noite ou outras ocasiões mais especiais.
Em 2016 mudei. Mudei, porque tenho 24 anos, e as miúdas de 16 anos maquilham-se tanto que parece que têm mais 10 anos em cima, assim, achei que me ia diferenciar um pouquinho mais no dia-a-dia. 
Nada de especial, um bb cream por cima do creme hidratante, um lápis preto, um rimelzinho, um blush aqui e iluminador ali. E está.

E agora virei uma maquilhodependente. E nunca mais ninguém me perguntou se tinha dormido pouco à noite.  Yey.

Ok, vamos ao que interessa.
BB creams... Cor médio/moreno

Comecei pelo da essence. Era barato, e tenho boas impressões quanto ao rímel, iluminador. Depois de um mês de utilização, começou a cheirar tão mal, que deitei no lixo.

Segui para o da garnier. Gostei. Comprei-o em promoção a uns 5/6 eur. Cheira muito bem. Espalha-se bem na pele. Exceto que... não era bem a minha cor. Mas o de pele clara seria demasiado... bem.... claro. De qualquer forma, punha no pescoço um pouco e disfarçava bem. Perdi-o. Num dos fins de semana que fui a casa, perdi-o. 

Segue... o da Cien. Porque não Cien? Boa relação preço/qualidade com os cremes anti-rugas e protetor solar já reconhecida pela DECO. Então, o BB cream pareceu-me uma boa aposta... Pois, não, não foi. Já não me posso queixar da cor. Mas tê-lo na cara ou não ter é exatamente a mesma coisa. 
O creme promete:

(1) Disfarçar imperfeições - não disfarça absolutamente nada. É como disse, tê-lo na cara ou não, é igual. É como se pusesse uma camada transparente na cara.
(2) Alisa a pele - Não notei nenhuma diferença, sério...
(3)Hidrata durante 24 H - Duvido. Duvido porque ponho de manhã, à noite tiro com àgua micelar, e sabem o que é que o algodão com água micelar (que agarra tudo e mais alguma coisa)  tem? Nada, está branco.
(4) Proteção UVA/UVB FPS 10 -  Não posso dizer grande coisa neste campo. Sou morena, raramente apanho 'escaldões'/pele vermelha. E também não estive propriamente nas últimas duas semanas exposta ao sol.
(5)Sensação de pele macia e cuidada - Pois... Como não notei que disfarça-se nada, resolvi por mais creme (talvez estivesse a por pouco). Criou 'grunhos'. Como quando a tinta acrílica seca, queremos lavar, e só saem 'grunhos'. E experimentei por creme por pincel e com dedo. Das duas maneiras, parece que não se dissolve na pele.


Vou experimentar agora o da Nívea. We'll see.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Quem é amiga quem é?


Eu sei que todos vocês ouviram o meu discurso da youzz por uma orelha, e que tudo saiu pela outra. Mas foi por lá que fiquei a saber da nova campanha da Garnier!
E sabem o que é que mais dia menos dia está por aí não é? O dia da mãe! E que prenda mais simples, original e útil podem dar à vossa mãe?
Eu já mandei vir a etiqueta. Depois vem um vale de desconto para comprar o champú.
Basta irem ao site da garnier (garnier.pt) e pedirem a vossa!
Quem dá boas ideias quem é?

#ultrasuave #youzz

sábado, 9 de abril de 2016

Já pertenço ao clube. Ao clube dos 24 anos. Já não tenho paciência. Mas ainda sei dizer que sim quando quero dizer que não. Já não tenho borbulhas no nariz dia sim dia não. Mas já tenho a minha linha do sorriso bem definida. Já faço exercício por vontade própria - porque é verdade o que dizem. O corpo dos 20 não se mantém sozinho. Essa besta da celulite, as putinhas das estrias, e pasmem-se: reparei que estou a começar a ficar com marcas na barriga, por passar muito tempo inclinada para a frente. Mas não é só o físico visível. As costas são um mal. Ficar 1h de pé, no mesmo sítio, dói. E a memória? Não, nem vou por aí. Mas existem outras verdades boas. Quer dizer, acho que depende da perspetiva sob a qual as vemos. O trabalho faz-me bem. Cada vez melhor. Ter um objetivo todos os dias. Deixar de ter tempo para pensar. E eu penso muito. Eu penso tanto, que tive de começar a escrever este post no comboio, porque já estava a inventar muito. Já me estava a fazer mal. Fica verdade má, quando pedir para trabalhar na área da saúde, de repente, parece quase como pedir um favor. Pedir que nos dêm trabalho. E ter de escutar aqui e além, de colegas já licenciados, propostas literalmente ilegais. E depois vem o desânimo. Como não vir? Mas esta geração é mais do que parece. Acho que por muitos não que recebamos, nunca deixamos de tentar. E tentar às vezes é o que basta para que se abra uma janela.

segunda-feira, 28 de março de 2016

As coisas têm que ter uma razão... não têm?

Eu sei. Eu sei que muita, mas muita gente não acredita em Deus. Eu acredito. E quando estou aflita, é com ele que falo. De forma informal, como se estivesse num café. E sim, ele responde-me. Se calhar é só uma voz na cabeça. Se calhar, sou eu que imagino. Não importa. Eu acredito. O resto não tem interesse.
O argumento mais comum das pessoas que não acreditam, tende a ser que, se Deus existe, porque é que existem crianças a morrer, desastres naturais, ataques terroristas? O argumento mais comum dos que acreditam tende a ser que Deus apenas guia e nos dá o livre arbítrio.
Ahm. Já foi o meu argumento. Já não, já não faz sentido.
Talvez um meio termo.
Talvez Deus seja a energia mais pura que nos guia. Que nos dá de alguma forma força. Mas que por vezes faz uso da famosa frase de 'Os fins justificam os meios'.
Não faço ideia.
Uma vez falei com uma auxiliar de saúde sobre Deus. Ela disse-me que costuma acreditar em Deus. Mas que o neto tinha nascido com Síndrome de Down. E que desde então a sua fé nunca mais tinha sido igual.
Não me lembro bem da conversa, porque já foi há algum tempo. Lembro-me do que lhe disse, que serviu de ponto final ao nosso diálogo. "Deus só nos dá aquilo que sabe que conseguimos suportar".

Eu agarro-me muito a essa frase.
E tento acreditar que tudo tem um sentido. Que tudo acontece por uma razão. Mesmo que eu não a entenda agora. Que as coisas estão a ser feitas para o meu bem.
Mas mesmo assim...custa tanto.

Custa sentir que não dá mais. Que a dor nos suga a alma de forma a nos encontrar completamente impotentes.
E que isso tem razão de ser.

Mas se as coisas não forem assim. Se tudo acontecer por um acaso. Então deixa de fazer sentido. E torna-se muito mais fácil desistir.

quarta-feira, 2 de março de 2016


B-day approaches

A minha mãe perguntou-me o que queria para os anos.
"Uma viagem de ida" - respondi eu.

Mandou-me calar.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Há anos...

Que não devoro livros.
Sério.
Ando há mais de um ano para ler um livro com umas meras duzentas (se tantas) páginas.

Já não me sinto capaz de culpar o pobre do tempo.
Ele não encolheu. Fui eu que perdi o interesse? Assim, do nada? Terei tido outros hobbies? Not really. A leitura nunca foi algo que quisesse ver perdido em mim. Mas que se tem vindo a perder.
Ás vezes pergunto-me se será só a leitura.

Mas como isto não há que chorar no leite derramado, ai de mim que não o tenha acabado até ao fim do mês. E tenho dito!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Prometo que não ando a fazer falsas publicidades

Ou que me andam a pagar, ou o que seja.
Por isso, tanto posso dizer bem como mal. (yey)
Faço parte da comunidade youzz - resumindo, vais-te inscrevendo em questionários de qualificação para dares a tua opinião sobre um dado produto. Podes ou não ser selecionada/o para a campanha.
Fui agora selecionada para a da Elvive - Óleo em creme para o cabelo.

Se não sabem do que é que eu estou a falar, é desta embalagem dourada aqui:

Ok, a Elvive promete um produto que:
1. Torna o cabelo mais suave
2. Protege do calor - com aplicação de secador
3. Reavive o brilho do cabelo
4. Discipline o frisado

Mas vamos lá à avaliação do produto.

Pontos negativos:
1. Nas 2 primeiras utilizações em cabelo seco deu-me uma comichão danada. Não sei porquê. A partir daí nunca mais tive problemas.
2. Para uso diário, a embalagem não dura muito. Média de 2 meses e meio de duração.
3. O custo em relação à quantidade que trás não é para todos os bolsos. A embalagem custa 13 euros, aproximadamente,
4.A embalagem não é a ideal. O desgaste de creme torna-se maior com a mesma.
5. Esperava melhores resultados na parte do ' disciplina o frisado'.

Pontos positivos:
1. O cheiro. Dura o dia inteiro no cabelo. E é MESMO muito bom. Aliás, foi a primeira coisa que notei quando abri a embalagem e o que me deu vontade de a usar.
2. Pode ser utilizado em múltiplas ocasiões. Cabelo molhado, húmido, antes do secador, com o cabelo seco, etc. De forma relativamente rápida - torna-se bastante prático!
3. Quando comecei a utilizá-lo em cabelo seco, pensei - pronto, amanhã já vou ter que lavar o cabelo. Nada disso. O meu cabelo NÃO se tornou mais oleoso com a utilização do creme. Continua a aguentar 5 dias sem necessidade de ser lavado - mesmo com utilização diária do produto.
4. Sim, o meu cabelo está mais suave. Deixei de o pentear com escova. Penteio-me com os dedos depois de espalhar o creme nas mãos.
5. Mais do que suave. O meu cabelo está mais leve. MUITO mais leve.
6. Brilha mais (apesar de ninguém me o dizer) mas eu sei que brilha!!
7. Eu costumava utilizar sérum para as pontas secas e para disciplinar o frisado. Mas o sérum deixava-me o cabelo com caspa se não o utilizasse apenas nas pontas. Embora fosse realmente espetacular nas pontas. Deixei de utilizar. E passei a utilizar o creme. Pelo facto de poder ser utilizado em todo o cabelo. E as minhas pontas permanecem nutridas. Não há cá nada espigado! E até agora, é o que me safa melhor o cabelo em dias húmidos.


Espero que tenha ajudado algum cabelo a decidir qual o seu melhor rumo.


Ah!
Se se quiserem inscrever, é só clicarem aqui: http://youzz.net/PORTUGAL/default/default/parent_code/sdp506tma4/


Relativamente aos resultados finais, foram:
Antes :
 
Depois da aplicação do creme:


#youzz #ElviveOleoEmCreme

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

A todos os Portugueses contra os refugiados

Envergonham-me. Amigos meus contra também incluídos.
É a verdade.
Desculpem esbanjar-vos a verdade na cara, mas são uns egoístas do cara* e espero que a vossa vida, se for má, pobre e mesquinha, continue pobre, má e mesquinha. Se não o for, que se torne. É puro egoísmo querer uma vida melhor para nós e ser contra quem quer, apenas, viver.
Não consigo não ficar sensibilizada. Não consigo não chorar. É a vida real, não é um filme (sabem disso certo?).
E deixem-se lá de teorias da conspiração.
Toda a minha admiração a todos os Portugueses que conseguem ir ajudar.

E esta é só uma das histórias...

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Aliexpress, here I go

Pronto. É oficial. Realizei a minha primeiro compra via Aliexpress.
Não é a minha primeira compra online.
Mas odeio fazer compras a crédito. Fica sempre aquele mede residente de que algum cavalo de tróia esteja metido por aqui.
Faltam aproximadamente, entre 5 a 30 dias para aquilo chegar.
Vi algumas dicas antes de fazer a compra. Estou com algum medo principalmente no que diz respeito ao tamanho. Se aquilo correr bem, considero fazer uma conta Paypal. Pela segurança, principalmente.
Depois logo conto como é que isto correu.

Estava entre este dois, mandei vir o da direita. É ou não é giro? ;p

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Há dias assim


Onde só me apetece pôr a cabeça dentro de um aquário e ficar lá.
Até existir.

Nós, mulheres

Cada vez mais, e ainda bem, que a nossa sociedade alerta para o preconceito. Figuras públicas dão a cara. Magras ou não. Não interessa. A mais polémica e recente foi Jessica Athaide. Que depois de um desfile foi alegadamente chamada de gorda. Depois disso escreveu um texto, em como nós mulheres somos más, umas com as outras. E é a mais pura das verdades, confesso. Eu, magra, também já comentei sobre outras mulheres. Não vos vou dar nenhuma hiprocrisia marada. Confesso, não tanto sobre peso, mas sobre a roupa que escolhem para o seu peso. E não acho que nao tenha razão. Cada mulher é uma mulher, e cada uma de nós tem roupas que lhe assentam bem e outras mal.
Sabem a adolescência? Aquele período em que o nosso corpo cresce devagar devagarinho, ao pé de outros adolescentes, a maioria com mentes mázinhas mázinhas. São as hormonas, talvez.
Eu era magrinha magrinha. Fui chamada de palita, tábua, etc etc. Também fui chamada de anorética. Apesar de não, nunca o ter sido. Sempre gostei de comer. Simplesmente, o meu metabolismo é um pouquinho mais rápido que a média, e sempre tive uma bruta dificuldade em engordar. Ainda hoje - apresento-vos uma rapariga de 23 anos que veste roupas de quando tinha 14! E é na boa - poupo bué dinheiro e vai na baila as cenas voltam a estar na moda. 

A cena é... tanto se fala, tanto se fala e nada se diz. E nada muda. Foi lançada uma campanha pela Victoria Secrets com pessoas magras. Vai de lançar uma contra resposta com pessoas gordas.
E atenção, que aqui magras e gordas estão escritos apenas para sermos diretos ao assunto. Porque, honestamente, as 'magras' não são assim tão magras quanto isso. Estão bem. E as 'gordas' também não acho que as possa chamar assim. Vá, estão acima da média do peso.
Mas isto também foi só um aparte, para não me chamarem já milhentos nomes.

As nossas crianças são criticadas por tudo. Pela cor da pele, pelo facto de usarem óculos, aparelho, serem gordas ou magras, não terem roupas de marca... As crianças são mázinhas umas com as outras. Cabe aos pais educá-las. E cabe à sociedade dizer-te:
Ser diferente é normal. Então, por favor, parem de utilizar campanhas onde precisam de ofender as mulheres que não pertencem à classe que estão a defender. Somos todas mulheres caramba.
A lingerie foi feita em todos os tamanhos, great! Então usem mulheres de todos os tamanhos dahh!

E por favor, tirem de lado os distúrbios alimentares daqui, que essa é outra história. É como disse. Há roupa de todos os tamanhos (ou devia) e lingerie. Tal como existem mulheres de todos os tamanhos. E dificuldades enormes em engordar ou emagrecer. Mas se nos sentirmos um niquinho melhores connosco mesmas, se nos sentirmos um niquinho mais bonitas (a lingerie tem esse poder), então o processo, independentemente de qual, será muito mais fácil. A auto-estima das mulheres será mais elevada. E finalmente, vão deixar de se olhar a si mesmas como os outros as olham, e começarem-se a olhar por aquilo que são realmente.

Prevejo uma queda na violência doméstica a pique. Mas isso fica para outro dia.


Campanha publicitária da marca de lingerie Lane Bryant em resposta à campanha realizada pela Victoria's Secret.


quinta-feira, 2 de abril de 2015

Don't ask why

Confesso, pessoas que não sorriem em fotos não me metem confiança.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Le food aka comida online

Confesso, faz-me muita impressão as pessoas pararem a vida, literalmente, dizerem-me ' olha, importas-te de te chegar para lá', tirarem uma fotografia, publicarem-na online, claro, e continuarmos como se nada fosse.
Faz-me impressão.
É comida, é para comer.
A sério que é.
Mas já que quero muito dar a minha opinião, apesar de ninguém me estar a pedir nada. . .
É o nosso mal enquanto sociedade. Estamos sempre mais preocupados com o que o resto do mundo pensa de nós, que nos esquecemos de viver as coisas. Mas viver à séria. A 100%. Não a 50%, porque primeiro, para me sentir bem comigo mesmo, tenho que partilhar o que faço online.