quarta-feira, 20 de julho de 2011

Over and over again

Não faz sentidozinho nenhum. Mas está-me sempre a acontecer. É temperar com pimenta alguma coisa e levar a mão ao olho. Ou então lavo a mão, mas fica-me um restinho de nada na maldita unha (que eu nem sequer reparo) e levo a mão ao olho.
Segue-se um grito, com um momento de extremo ardor no olho (fica, literalmente, 'on fire'). Minutinho depois estou eu em baixo de alguma torneira, com água a correr.

O que me irrita mesmo é saber que isto, mais dia menos dia, vai repetir-se.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Vá se lá perceber.

Dito, não sei quantas vezes:
Mãe: Sabes que eu confio muito em ti.

Mas na realidade, o que acontece é qualquer coisa como isto...

*conversa ao telefone*
Mãe: E pronto, foi tomar a pílula do dia seguinte sem o pai saber...
I: Então e o pai não reparou se no dia seguinte, ou no próprio dia, ela não tinha vomitado, ou estado meia doente?
Mãe: Não sei, porquê?
I: Então, porque essa pílula tem uma data de efeitos secundários.
*silêncio*
Mãe: (...) Óh I. ... como é que tu sabes isso?!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Do que eu não gosto...

De pessoas generalistas.

Isto tudo pela saída dos resultados dos exames nacionais e dos comentários que se tecem acerca dos mesmos.
E lá chegam todos os generalistas a queixarem-se desta geração. Que é X e Y. E é assim. Não há cá meios termos.
Enfim ...

quinta-feira, 14 de julho de 2011

A prenda

Dei este à minha mãe:
E ela gostou muito :) Ainda bem, que ia morrendo, asmáticamente falando, com o cheiro da loja de perfumes. E elas demoram sempre tanto tempo a fazer a porcaria do embrulho grrr

Inspecção é que não há :)


Alguém viu o peso pesado ontem? Quando o concorrente Tiago teve uma quebra de tensão?
Ora, também repararam quem é que lhe fez o electrocardiograma? Uma enfermeira...

É ilegal uma enfermeira fazer um electrocardiograma. Assim como um cardiopneumologista não pode desatar a dar picadas a quem quiser. Na ausência de um cardiopneumologista, terá de ser o médico responsável pelo exame. Mas não...

Ora, fazer o exame é fácil. Interpretá-lo nem tanto.
Acho que a enfermeira referiu que o médico depois iria ver o ECG. Então e se o concorrente tinha algum problema e até o médico vir lhe acontecer alguma coisa? E se tiver um enfarte entretanto?

Enfim. É daquelas coisas que só quando acontecer mesmo alguma coisa má, é que se vão impôr medidas...

domingo, 10 de julho de 2011

Private Post

É estranho. Por mais que eu me diga a mim que não é... não o deixa de ser.
Por mais que ache que não importa, não deixa de importar. De ME importar.
Este não-sentimento começa a comer-me por dentro. A comer o tempo que continua a passar.
E eu não sei o que está a ficar. Talvez seja uma espécie de espaço... Uma espécie de espaço branco.


Gaffes cá por casa

Mãe: I. telefona lá à tua avó para saber se a tia e o tio também vêm cá almoçar a casa...

Eu *marco o número* (...)

-Avó?
-*voz estranha ao telefone, mas que poderia ser da minha tia-avó....* - Sim?
- Erhm... a minha avó está por aí?
- * voz toda contente* Está ali. Então filha, o que é que lhe querias perguntar?
- Se... ( já a pensar se não estaria a falar com a própria tia e com medo de fazer asneira)
- Sim?
- Se a tia I. e o tio J. também vêm cá almoçar.
- A tia I.? Ela está para ali. Olha, o almoço por cá é sardinhas! Queres cá vir?
- Erhm... não...? (já a pensar se não se teria enganado no número de telefone)
- Espera que vou chamar... HENRIQUE! HENRIQUE!

Eu *desligo o telefone - que não tenho cá Henriques na família...*

Agora a sério, qual era a probabilidade de me enganar no número, a senhora ter uma neta e não ouvir lá muito bem (eu queria chamar a avó, ela chama pelo Sr. Henrique), fartando-se de me dar conversa e de existir uma tia I. ?

sábado, 9 de julho de 2011

A precisar de ideias.

Que a minha mãe faz anos na próxima quarta, e já estou cansada de lhe oferecer peças da pandora.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

O que eu gosto das touradas...

é quando o toureiro leva com o touro em cima.

quarta-feira, 6 de julho de 2011



E eu que vos queria ter tanto ido ver...
Cá para mim a culpa é da minha irmã. Que fez com que vos começasse a ouvir desde os meus 14 anitos.

p.s. Já me esquecia! Já consegui encontrar alguém que vendesse um transformador para ps2 ;)

Easy A, ou o filme que me relembrou da falta de romantismo.

Easy A, começa por dizer que não é um filme igual aos outros (bullshit!) .
É uma comédia romântica. Normal. Boa para descontrair.

O que me relembrou neste filme, foi quando a "Olive" começou a falar da falta de romantismo que há hoje em dia. True. Tal como ela mesma pergunta, que é feito daquele, encostado no carro, a segurar um rádio e a cantar em baixo da nossa janela?

Então e as cartas? Parece que levantaram vôo por completo...

Hoje em dia é tudo muito à base de sms's. Eu tenho uma amiga, a R. que anda às mensagens com o T. à quase 6 meses. Já se "declararam" via sms. Mas quando estão os dois, frente-a-frente, estão os dois tão... envergonhados? Muito virtual na minha opinião. A mim não me contentava.

Depois também há aqueles que não se conhecem de lado nenhum, mas A pede o número de B a C. E depois há ali uma tremenda troca de sms's a desejar mais do que amizade. E a troca de fotos? (Que continuo sem compreender...). Enfim, depois de uma estupenda relação virtual, encontram-se. Têm o seu momento, ou não (que podem ficar desiludidos...) E quem sabe? Ou ficam juntos durante um tempinho ou adeus e até à próxima.

No entanto, apesar da crise que existe no romantismo, também há quem confunda o conceito com "lamechice". Uma carta é bonito. 10 são demais. Um pedido de desculpas sincero? Fantástico. Um pedido de desculpas por tudo e por nada? Eu cansar-me-ia. Um amo-te dito no momento certo? Nada melhor. Mas quando dito vezes sem conta, perde o significado.
Sufocaria, com toda a atenção.
Contudo, há quem goste.

Enfim, melhor mesmo é o meio-termo.


Estes anúncios...

Já viram o novo anúncio do sapo? Este aqui. Que ocupa o ecrã da tv com um rabo, "o melhor pacote do Verão", durante 20 segundinhos?

Ai, ai...

domingo, 3 de julho de 2011

Quanto ao casamento


Após o rumor de uma fuga mal planeada por parte da Charlenne, pela descoberta de mais 2 filhos bastardos do príncipe, lá houve casamento real.
Cá para mim não vai durar muito.
Embora a ache bonita e elegante, não creio que vá ser o bastante para o príncipe Alberto se manter fiel.

Vamos lá ver se a maldição aos Grimaldi dura...

warning.

Pais de todo o lugar e lugar nenhum, lembrem-se. Que quando quiserem ter os vossos momentos mais íntimos à noite, que a vossa filha ainda está acordada e, agradecia, pelo menos, que fechassem a porta do vosso quarto. Para "abafar" um pouquinho o som. Principalmente quando os vossos quartos forem ao lado um do outro...

grrr

sexta-feira, 1 de julho de 2011

"O Rapaz de Olhos Azuis" de Joanne Harris

Nunca tinha lido nada de Joanne Harris. Só depois disto, com o comentário da Patrícia, resolvi pedir o "Chocolate" à minha tia. Mas ela deu-me "O Rapaz de Olhos Azuis".
Sinceramente, pensei que se tratasse de um romance qualquer. Mas não. Como a crítica do Daily Express diz, na contra-capa do livro, é "verdadeiramente arrepiante".
E a forma como Joanne escreve é cativante. No entanto, pede atenção por parte do leitor. É uma espécie de "Efeito Borboleta" literário. Relata a história de uma relação possesso-obsessiva de uma mãe para com os filhos. Cá para mim, tudo muito sádico. Contudo, viciante.

Deixo-vos com este excerto:

"Nós não nos iludimos, eu e a minha mãe. mas o jogo continua mesmo assim. Há muito, muito tempo que o jogamos; este jogo de astúcia e estratégia. Cada um de nós teve o seu quinhão de vitórias e derrotas. Mas agora chega a oportunidade de tomar conta do terreno - e é por isso que neste momento não me posso dar ao luxo de correr riscos desnecessários. Já assim, ela desconfia de mim. (...) Manifesta surpresa perante as prendas e o cartão. Também isto faz parte do jogo. Se não tivesse havido cartão, ela não teria comentado, mas dentro de dias viriam as consequências. E assim compensa respeitar as convenções. (...) Foi por isso que cheguei tão longe, claro. Dando sempre ao diabo o que é do diabo."

Joanne Harris