quinta-feira, 16 de maio de 2019
domingo, 31 de março de 2019
Livro do mês #2 O Santo, o surfista e a executiva
Acabei o livro no início de Março. Eu sei, é quase Abril. Mas para mim 2018 foi ontem.
E não sei onde passei o último trimestre.
"O Santo, o Surfista e a Executiva" de Robin Sharma, comprado por impulso na última feira do Livro em Lisboa. Porque (1) estava a... 4€? (2) porque quero ser uma pessoa melhor? e (3) porque adorei...ADOREI 'O monge que vendeu o seu ferrari.
Mas este livro do Robin está longe de ser tão bom.
Para já, há inúmeras coisas com as quais não consigo concordar - o que não fará o livro ser menos bom para a maioria, como é óbvio.
Mas não é só isso.
É a história que não tem grande nexo.
Enquanto que no livro "d'O Monge" existe uma boa história de base que consegue avançar com a transmissão da mensagem/lição, aqui não.
Aqui é muito fraquinha a história de base. As lições parece que se repetem, umas dentro das outras.
Quase como aquele provérbio português "pescada de rabo na boca", em que escreve, escreve e escreve e diz a mesma coisa, sabem?
Se às vezes faz falta para explicar certos conceitos, neste livro, sinto que isso foi feito em excesso.
Do que mais gostei:
" não há coincidências. O mundo é um radar em ponto gigante, que deteta as nossas necessidades de crescimento e depois nos envia as respectivas pessoas e acontecimentos para promoverem esse mesmo crescimento"
E não sei onde passei o último trimestre.
"O Santo, o Surfista e a Executiva" de Robin Sharma, comprado por impulso na última feira do Livro em Lisboa. Porque (1) estava a... 4€? (2) porque quero ser uma pessoa melhor? e (3) porque adorei...ADOREI 'O monge que vendeu o seu ferrari.
Mas este livro do Robin está longe de ser tão bom.
Para já, há inúmeras coisas com as quais não consigo concordar - o que não fará o livro ser menos bom para a maioria, como é óbvio.
Mas não é só isso.
É a história que não tem grande nexo.
Enquanto que no livro "d'O Monge" existe uma boa história de base que consegue avançar com a transmissão da mensagem/lição, aqui não.
Aqui é muito fraquinha a história de base. As lições parece que se repetem, umas dentro das outras.
Quase como aquele provérbio português "pescada de rabo na boca", em que escreve, escreve e escreve e diz a mesma coisa, sabem?
Se às vezes faz falta para explicar certos conceitos, neste livro, sinto que isso foi feito em excesso.
Do que mais gostei:
" não há coincidências. O mundo é um radar em ponto gigante, que deteta as nossas necessidades de crescimento e depois nos envia as respectivas pessoas e acontecimentos para promoverem esse mesmo crescimento"
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
Livro do mês #1 Retrato de Dorian Gray
Porque me decidi a ler, pelo menos, um livro por mês.
Porque tenho uma pilha de livros para ler desde Abril do ano passado. Sério. Uma pilha. É que veio a feira do livro, e uma pessoa olha para tantos livros a tão bom preço que não resiste.
Não resiste à curiosidade da história. Ao cheiro de livro novo.
' O retrato de Dorian Gray' cativou-me por 'já ter ouvido falar' e por (aprendi só depois) ser considerada a melhor obra de Oscar Wilde - dramaturgo do séc XIX.
Tinha a expetativa de um livro bem mais descritivo. Mas não o é. Apenas houve um capítulo que me aborreceu de sono. E bem no final.
A história é cativante desde o início. Os diálogos puxam-nos para dentro do livro. E a narrativa toma um rumo que ninguém, mas NINGUÉM está à espera.
É óbvio que é importante ter em conta o contexto histórico em que foi escrito. Penso que seja por isso mesmo dada uma introdução no início a Oscar Wilde como sendo " criador do movimento dândi, que defendia o belo e a beleza como um antídoto para os horrores da época industrial".
Essa obsessão pelo belo corre ao longo das páginas do livro, em frases como:
"A mocidade é a única coisa que vale a pena ter. Quando eu vir que envelheço, mato-me";
"Para mim a Beleza é a maravilha das maravilhas. Só as pessoas banais é que não julgam pelas aparências".
Para mim, uma das melhores cenas é sem dúvida o final.
É daqueles finais que eu fico sem saber bem o que autor quer transmitir. E que acaba por dar liberdade a quem lê de tirar a sua própria conclusão.
Se formos aos primeiros capítulos:
" Corpo e alma, alma e corpo - que mistério! Havia animalismo na alma, e o corpo tinha os seus momentos de espiritualismo. Os sentidos podiam requintar-se e a inteligência podia degradar-se. Quem poderia dizer onde findava o impulso carnal ou começava o impulso psíquico?"
Dorian, de certa forma, acaba por responder à questão na última página.
E agora, estou bem curiosa para ver o filme.
A história é cativante desde o início. Os diálogos puxam-nos para dentro do livro. E a narrativa toma um rumo que ninguém, mas NINGUÉM está à espera.
É óbvio que é importante ter em conta o contexto histórico em que foi escrito. Penso que seja por isso mesmo dada uma introdução no início a Oscar Wilde como sendo " criador do movimento dândi, que defendia o belo e a beleza como um antídoto para os horrores da época industrial".
Essa obsessão pelo belo corre ao longo das páginas do livro, em frases como:
"A mocidade é a única coisa que vale a pena ter. Quando eu vir que envelheço, mato-me";
"Para mim a Beleza é a maravilha das maravilhas. Só as pessoas banais é que não julgam pelas aparências".
Para mim, uma das melhores cenas é sem dúvida o final.
É daqueles finais que eu fico sem saber bem o que autor quer transmitir. E que acaba por dar liberdade a quem lê de tirar a sua própria conclusão.
Se formos aos primeiros capítulos:
" Corpo e alma, alma e corpo - que mistério! Havia animalismo na alma, e o corpo tinha os seus momentos de espiritualismo. Os sentidos podiam requintar-se e a inteligência podia degradar-se. Quem poderia dizer onde findava o impulso carnal ou começava o impulso psíquico?"
Dorian, de certa forma, acaba por responder à questão na última página.
E agora, estou bem curiosa para ver o filme.
domingo, 27 de janeiro de 2019
2018 #2
Não vou dizer que foi um bom ano. Mas melhor que 2017.
Não posso ser injusta com o ano passado.
Apesar de tudo.
Tive um aniversário muito feliz.
Umas férias de Verão como já andava a querer ter há muito tempo.
Conheci os Açores. Conheci Braga.
Passeei o quanto pude.
Estive o tanto que pude com as pessoas que mais gosto.
Fui ao RockInRio pela primeira vez.
Consolidei algumas amizades. E acho que posso dizer que não perdi nenhum amigo. Apesar disso ainda ser uma incerteza que me pesa muito.
Comecei a fazer mais coisas no trabalho. Coisas diferentes que me fazem aprender mais.
Atingi alguns objetivos a curto prazo que me tinha proposto.
Em 2018 tentei conhecer-me mais. De certa forma sempre soube aquilo que nunca parecia saber. Mas continuo sem ter objetivos traçados.
Não sei ainda como me realizar. Se é que isto faz algum sentido.
Em 2018 puseram-me o tapete e tiraram-mo quando estava pronta a levantar-me, só para cair de novo. E desta vez foi pior. Desta vez não me permiti ao desabafo com ninguém. E não estou de todo arrependida, porque acredito que não o podia fazer. Não depois de ser avisada. Mas senti-me mais sozinha do que achava ser possível.
Desta vez, foi o saber que era para sempre. A incerteza se perdia ou não uma amizade. Foi fazer-me acreditar em coisas que não queria crer.
E sinceramente...o pior é saber que o pior ainda não passou.
2019 não começou da melhor forma. É como se eu já soubesse que este ano não vai ser bom, portanto, para quê o esforço?
Irrita-me este negativismo e estou ansiosa para que passe.
Não posso ser injusta com o ano passado.
Apesar de tudo.
Tive um aniversário muito feliz.
Umas férias de Verão como já andava a querer ter há muito tempo.
Conheci os Açores. Conheci Braga.
Passeei o quanto pude.
Estive o tanto que pude com as pessoas que mais gosto.
Fui ao RockInRio pela primeira vez.
Consolidei algumas amizades. E acho que posso dizer que não perdi nenhum amigo. Apesar disso ainda ser uma incerteza que me pesa muito.
Comecei a fazer mais coisas no trabalho. Coisas diferentes que me fazem aprender mais.
Atingi alguns objetivos a curto prazo que me tinha proposto.
Em 2018 tentei conhecer-me mais. De certa forma sempre soube aquilo que nunca parecia saber. Mas continuo sem ter objetivos traçados.
Não sei ainda como me realizar. Se é que isto faz algum sentido.
Em 2018 puseram-me o tapete e tiraram-mo quando estava pronta a levantar-me, só para cair de novo. E desta vez foi pior. Desta vez não me permiti ao desabafo com ninguém. E não estou de todo arrependida, porque acredito que não o podia fazer. Não depois de ser avisada. Mas senti-me mais sozinha do que achava ser possível.
Desta vez, foi o saber que era para sempre. A incerteza se perdia ou não uma amizade. Foi fazer-me acreditar em coisas que não queria crer.
E sinceramente...o pior é saber que o pior ainda não passou.
2019 não começou da melhor forma. É como se eu já soubesse que este ano não vai ser bom, portanto, para quê o esforço?
Irrita-me este negativismo e estou ansiosa para que passe.
domingo, 30 de dezembro de 2018
2018 #1
O único post que não falha (falhou em 2013, pronto, mas eu realmente andava a mil).
Caramba. Já tenho este blogue aos anos.
Não é que lhe escreva muito. Que me faça muita falta. Ou sequer pela notoriedade? (Mas qual né?)
Acabou por se tornar parte das minhas coisas. E quando eu quero, quando me apetece, quando não tenho nada para fazer (ou muito e pouca vontade...), venho cá.
Para quem diz que não liga grande coisa ao ano novo, eu escrevo muito sobre ele.
Mas é importante, não é? Pormos o ano em retrospectiva. Agradecer pelas oportunidades e coisas boas que nos aconteceram e que, no meu caso, provavelmente na altura não lhes dei a devida importância.
Olhar para as coisas más e pensar em como posso melhorar.
O que é que eu posso fazer para as evitar? Ou para as superar da melhor forma.
Fui ler os posts dos anos anteriores. E parece que o ano passado foi ontem. Parece mesmo. Sinto realmente que este ano passou por mim tão mas tão rápido. Vai ser sempre assim não é?
Aquela coisa de ansiar que o mês termine para poder receber e comprar as coisas que quero, para poderem chegar aquelas férias marcadas.
Vá, vamos para o mais simples. Ansiamos todos pelo fim-de-semana. A semana custa a passar, demora tempo para xuxu. Mas 2017 foi ontem não é?
Caramba. Já tenho este blogue aos anos.
Não é que lhe escreva muito. Que me faça muita falta. Ou sequer pela notoriedade? (Mas qual né?)
Acabou por se tornar parte das minhas coisas. E quando eu quero, quando me apetece, quando não tenho nada para fazer (ou muito e pouca vontade...), venho cá.
Para quem diz que não liga grande coisa ao ano novo, eu escrevo muito sobre ele.
Mas é importante, não é? Pormos o ano em retrospectiva. Agradecer pelas oportunidades e coisas boas que nos aconteceram e que, no meu caso, provavelmente na altura não lhes dei a devida importância.
Olhar para as coisas más e pensar em como posso melhorar.
O que é que eu posso fazer para as evitar? Ou para as superar da melhor forma.
Fui ler os posts dos anos anteriores. E parece que o ano passado foi ontem. Parece mesmo. Sinto realmente que este ano passou por mim tão mas tão rápido. Vai ser sempre assim não é?
Aquela coisa de ansiar que o mês termine para poder receber e comprar as coisas que quero, para poderem chegar aquelas férias marcadas.
Vá, vamos para o mais simples. Ansiamos todos pelo fim-de-semana. A semana custa a passar, demora tempo para xuxu. Mas 2017 foi ontem não é?
segunda-feira, 24 de dezembro de 2018
Lembrete para o futuro
Quando chegares ao terceiro copo de vinho branco pára. A sério.
Sim, eu sei que estás na boa.
Mas acredita... Pára.
O estômago e a dignidade agradecem.
Sim, eu sei que estás na boa.
Mas acredita... Pára.
O estômago e a dignidade agradecem.
sábado, 22 de dezembro de 2018
segunda-feira, 17 de dezembro de 2018
segunda-feira, 3 de dezembro de 2018
segunda-feira, 5 de novembro de 2018
O amor existe?
"Existe, mas é uma péssima ideia.
Amor é sacrifício, é saber assumir as coisas chatas do relacionamento.
Sabendo que as coisas boas vão fazer valer a pena.
E também não é saudável.
É quando não faz sentido ver essas duas pessoas separadas.
E a pessoa não quer separar de jeito nenhum, é doentio.
Corre se der para correr.
Evita se der para evitar.
Se não der para correr... é amor! "
Ana e Vitória, o filme.
Amor é sacrifício, é saber assumir as coisas chatas do relacionamento.
Sabendo que as coisas boas vão fazer valer a pena.
E também não é saudável.
É quando não faz sentido ver essas duas pessoas separadas.
E a pessoa não quer separar de jeito nenhum, é doentio.
Corre se der para correr.
Evita se der para evitar.
Se não der para correr... é amor! "
Ana e Vitória, o filme.
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
Sumo verde
Fiz a minha 'loucura' de compras este ano: comprei uma slow juicer!
O objetivo era beber sumos ao pequeno-almoço, aproveitando o máximo, quer de fruta/legumes, quer a nível de nutrientes.
Para mim, é impossível fazer o sumo todas as manhãs e beber logo em seguida. Impossível porque não sou assim tão auto-disciplinada. Acaba por oxidar, será certo, mas prefiro fazer no dia antes, para várias vezes - também não tenho paciência para andar a desmontar/limpar ( apesar de que é até é relativamente fácil, sou mesmo eu a preguiçosa).
Assim sendo, o meu primeiro sumo verde foi uma adaptação do workshop de cozinha saudável em que participei, os mesmos ingredientes, com variação nas quantidades.
Sumo verde (4-5 copos de 200 mL):
- 5 maçãs
- 5 folhas (médias) de couve (eu usei couve lombarda)
- 2 pepinos pequenos
- 1/2 limão, retirando a parte branca
No fim do sumo estar pronto, coloquei num jarro de vidro, adicionei uma colher de chá de Spirulina e pus no frigorífico.
E este sumo sabe tão bem mas tão bem :)
Acompanhei com um pão tostado com creme de abacate e queijo fresco.
Bom 'dchiaaaaa'!
O objetivo era beber sumos ao pequeno-almoço, aproveitando o máximo, quer de fruta/legumes, quer a nível de nutrientes.
Para mim, é impossível fazer o sumo todas as manhãs e beber logo em seguida. Impossível porque não sou assim tão auto-disciplinada. Acaba por oxidar, será certo, mas prefiro fazer no dia antes, para várias vezes - também não tenho paciência para andar a desmontar/limpar ( apesar de que é até é relativamente fácil, sou mesmo eu a preguiçosa).
Assim sendo, o meu primeiro sumo verde foi uma adaptação do workshop de cozinha saudável em que participei, os mesmos ingredientes, com variação nas quantidades.
Sumo verde (4-5 copos de 200 mL):
- 5 maçãs
- 5 folhas (médias) de couve (eu usei couve lombarda)
- 2 pepinos pequenos
- 1/2 limão, retirando a parte branca
No fim do sumo estar pronto, coloquei num jarro de vidro, adicionei uma colher de chá de Spirulina e pus no frigorífico.
E este sumo sabe tão bem mas tão bem :)
Acompanhei com um pão tostado com creme de abacate e queijo fresco.
Bom 'dchiaaaaa'!
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
This is us - das melhores séries que 2017 me deu
É verdade, já está no ar desde 2016.
Mas, só comecei a vê-la no ano passado.
Passar da primeira temporada para a segunda, deu-se numa semana, se tanto.
Como é que é possível, uma série onde não existem "bad guys", resultar tão, mas tão bem?
Faz-me rir, faz-me chorar, faz-me pensar. Caramba!
É das melhores séries que foi lançada nos últimos anos.
E só escrevi sobre ela agora, porque finalmente, FINALMENTE, descobrimos * spoiler alert *, como é que o Jack morreu. E nós já sabemos que ele está morto desde para aí... o terceiro episódio da 1ª temporada. E mesmo assim... pumbas! chorei. Mesmo assim... conseguiram levar a história pelo caminho inesperado e surpreendente.
Para toda a gente ver...
Mas, só comecei a vê-la no ano passado.
Passar da primeira temporada para a segunda, deu-se numa semana, se tanto.
Como é que é possível, uma série onde não existem "bad guys", resultar tão, mas tão bem?
Faz-me rir, faz-me chorar, faz-me pensar. Caramba!
É das melhores séries que foi lançada nos últimos anos.
E só escrevi sobre ela agora, porque finalmente, FINALMENTE, descobrimos * spoiler alert *, como é que o Jack morreu. E nós já sabemos que ele está morto desde para aí... o terceiro episódio da 1ª temporada. E mesmo assim... pumbas! chorei. Mesmo assim... conseguiram levar a história pelo caminho inesperado e surpreendente.
Para toda a gente ver...
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018
Wonder, o filme
" - If somebody pushs you, you push back. Don´t be afraid of anyone!"
- Why are you whispering?
- Because I'm afraid of mom. " 💙 Wonder
Posso dar um Óscar à Julia Roberts? Por um acaso qualquer, a prestação dela fez-me relembrar a que ela teve em Erin Brockovich...
Mas vá... já sabemos todos que ela é uma atriz do caraças certo?
Mas e este miúdo? Não bastou a fantástica performance que ele teve em "the room", como volta aos ecrãs internacionais para provar que é, da geração dele, o melhor ator que eu conheço.
Sobre o filme... Claro que eu chorei né? Põem-me cães e miúdos, querem o quê?
Fez-me pensar que gostava de ter lido o livro primeiro.
Mas mais que isso...
O filme traz-nos uma visão diferente. A visão de um miúdo.
Relembra-nos o tempo da escola, histórias de bullying...
E que apesar dos miúdos poderem ser muito maus uns com os outros, caramba, quando escolhem ser bons... São muito melhores, e têm muito mais força.
Jacob Tremblay, atentíssima a este nome!
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