terça-feira, 13 de dezembro de 2011
A saga do assalto continua #3
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Meia complicada; private post

E a saga do assalto continua #2
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Porque hoje é feriado "She's Out Of My Leag"
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
E a saga do assalto continua!
Como introdução resumida:
- Em Setembro mudei de casa. Pagámos o mês e a caução. A caução, serve para “defender” o senhorio, em casos em que as pessoas se vão embora e não pagam as contas que vêm depois. Ou para avisar o mesmo que os inquilinos pretendem mudar-se, não pagando assim o último mês de estadia na casa. Servindo a caução para essa finalidade também.
-No final de Outubro fui assaltada.
- Mudei de casa em Novembro. O senhorio ficou com a caução (se bem que, no caso, não tinha feito má figura se a tivesse devolvido).
-Ontem, liga-me a senhoria. Foi assim:
“Olá I. Tudo bem?”
“Sim, tudo bem…”
“Olhe… chegaram as cartas da luz e do gás. Uma de 20 euros. Outra de 11. E agora eu queria saber como queria fazer…”
“Então, eu e a A. deixámos-lhe a caução para isso mesmo. Para pagarem as possíveis contas que pudessem vir”
“Ah! Não… então, a caução é porque vocês se foram embora da casa!”
“Exacto. E por isso mesmo é que a vai usar para pagar as contas…”
“AH!… Os vizinhos vieram dizer-me que vocês tinham sempre gente a sair e a entrar em casa. Depois olhe… assaltaram-vos”
“Olhe, os vizinhos foram-lhe dizer mal. Que nós só fizemos dois jantares, e foi com gente conhecida e de confiança. Que por acaso até estavam connosco no dia do assalto”
“Pois… não sei. Uma vizinha veio dizer-me que já estava farta de avisar a A. para terem a janela fechada”
“ Olhe, essa janela, era a do meu quarto. E só estava aberta- e era o estore – quando eu estava no meu quarto de dia. E isso era raro”
“Pois… não sei. Olhe, quem assaltou a casa, sabia o que ia buscar”
“Pois, mas não foi falta de cuidado! Que quando saíamos tínhamos sempre tudo fechado”
“Pois… e eu que tive tantas oportunidades de alugar a casa… e tinha que a alugar a vocês e ter acontecido aquilo… E agora? Agora fico no prejuízo…”
“Olhe que não fica mais no prejuízo que nós ficámos”
“Óh… então e não conhece ninguém que queira mudar de casa'?”
Por acaso até conheço. Mas disse-lhe que não. Que não ia desejar tal sorte a alguém de ter aquela gente como senhorios. Quer dizer. Fomos roubadas no valor de 1300 euros. Ficou-nos com as cauções para pagar as contas (214 euros). E fica no prejuízo pelas contas que vieram (31 euros…)
E porque não está lá ninguém em casa… Ponha grades, sei lá! Se as tivesse posto não tinham levantado o estore e partido a janela!
Ainda tem a lata de dizer que se fomos assaltadas foi porque não tivemos cuidado (mais cuidado, só não tendo amigos e vivendo no escuro total) e de perguntar no final se não conheço ninguém que queira mudar-se.
Devia ter-lhe perguntado se os vizinhos também não lhe tinham dito se viram os ladrões. Já que estavam sempre atentos a quem entrava e saía de casa…
Isto só a mim.
domingo, 20 de novembro de 2011
Sim, é otite.
E pronto. Antibiótico durante 8 dias e a ver se isto passa rápido.
sábado, 19 de novembro de 2011
Será otite?
Ontem à noite tive o ouvido tapado. Hoje acordo e... do ouvido bom oiço normalmente. Do outro, oiço o eco do que acabei de ouvir. Ouvir música é impensável. Que oiço coisas diferentes ao mesmo tempo! A minha mãe diz que é otite. Eu sei lá. Nunca tive uma.
Será?
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Coisas que me ultrapassam o pensamento racional
A opção “Dar um toque” no facebook.
Opá… a sério?!
1. Qual a utilidade de dar um toque a alguém? Tipo… “Ah! Toma! Toquei-te!”
Quem receber o toque, pode responder com outro. Mas… será uma ideia para compensar necessidades afectivas? Recebendo assim toques virtuais?
2. Porque é que de vez em quando, há uma alma qualquer, que me dá um toque? Uma alma que nunca antes na vida vi. Que talvez já me tenha mandado pedido da amizade, e eu rejeitado. Porquê?
Gostavam de ir a passar na rua e um desconhecido passar por vós e vos tocar propositadamente, esperando receber um toque de volta?
Hope not…
3. Sabiam que no Brasil, a opção dar um toque, é cutucar? Segundo o Priberam: “ [Brasil, Informal] Dar levemente com o cotovelo em (para chamar a atenção).”
Informal… Sendo algo informal, sou contra que seja opção livre para “não amigos”. Se querem chamar a atenção, que mandem mensagem, sei lá!
E… quem é que dá com o cotovelo em alguém?!
Um dia experimento. Ou talvez não.
Curiosamente, ao pesquisar imagens de “cutucar” no google, só vejo pessoas com o dedo no nariz.![]()
Na contínua busca pela imagem “cutucar”, acho que encontrei uma possível resposta à pergunta 1:
Parece ser uma espécie de “chamamento” virtual.
Concluindo, que já é tarde e amanhã tenho aulas… a opção “dar um toque”, é meio animalesca
.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Cá por casa
Passei o dia quase todo em casa. Andei prá’li a estudar o código (da estrada). Fui a uma aula de inglês (que já não punha lá os pés há uma semana e meia e aquilo até é giro). Quando cheguei, tinha o senhorio vindo cá a casa, mostrá-la a alguém interessado em comprá-la. Pior, é que ainda entrou nos quartos – para os mostrar também.
Ora… eu sei que estamos em crise e não sei quê. Mas para já, acho que nos podia ter avisado que pretendia vender a casa (odeio mudanças!). E depois, não tem nada que entrar nos quartos. Que isso é uma questão de respeito pela privacidade dos outros.
A falta que um recibo faz!
Diários, de dias
Ontem tropecei nos meus próprios pés. Ainda estou para perceber como é que aquilo aconteceu.
domingo, 13 de novembro de 2011
Contratempos do assalto
Não me dá jeitinho nenhum ter perdido as músicas todas que tinha no pc. Ainda pior, as fotografias! É que agora não tenho tempinho nenhum para andar a fazer transferências.
Mas como o que não tem solução, remediado tem que estar, ando praqui a ouvir CD’s dos inícios de 2000.
A ouvir: Now 13, CD1
sábado, 12 de novembro de 2011
Estou aqui a ver o Elo Mais Fraco
Granjer – Aparecem aqui muitos Pedros.
Concorrente – Pois… incluindo o apresentador.
O Pedro Granjer não tem realmente muito jeito para aquilo…






