segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Post privado

Ninguém imagina o medo que eu tenho de estar a mentir a mim mesma.
Tudo, porque naquela noite, quando começaram a fazer insinuações, eu disse que não, que não podia. Não disse "não"; disse "não posso"!

II Teoria.

Grandes textos escrevem-se em momentos de grandes paixões e/ou de grandes mágoas.
Eu não gostava de ter sido Camões; Parece-me, a mim, que terá sofrido muito.

Conversas com a criança

V(a criança): Vê lá se amanhã não te esqueces de me dar os parabéns!
I: Ahm. Vou pensar se me esqueço ou não.
V: Se não me deres, depois ajustamos contas no próximo Domingo!
*pensamento* : ahahahahahha

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

De Regina Spektor

Estava a ouvir Regina Spektor e lembrei-me de pôr esta música aqui.

Já agora... que vozeirão que esta senhora tem, não é?

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Sobre o colo (p.s: post parvo)

Estava a passar pelo shiuuuu, e houve um segredo que me pôs a pensar sobre isto do "colo".
Eu acho que tenho algum problema. É que, quase todas as pessoas com que eu me dou bem, já me pegaram (ou tentaram) nalgum momento, ao colo. A última vez que o tentaram fazer...foi à uma semana.
Nunca tinha pensado nisto.
Será que tenho escrito (algures!) "peguem-me ao colo" ?!

Caixinha de memórias

Desde pequena que guardo tudo numa caixinha. Começaram por ser postais, depois juntei cartas, autocolantes que recebia e não queria 'gastar', um diário. Hoje, está cheia de cartas, de bilhetes, de páginas de um diário antigo. É uma verdadeira caixinha de memórias.
Já não a abria à algum tempo. Mas hoje estou com vontade de relembrar algumas coisas.
Estava a pensar em transcrever um excerto de uma carta, mas fica para outro dia.

Vou só concluir que, entre os 10 e os 14 anos, usaram muitas vezes a palavra 'sempre' para comigo. E eu devo ter feito o mesmo. Que engraçado.


E há quem prometa descontracção...


E eu acredito ahah.
"Os rótulos prometem "33 mililitros de descontracção" por um valor que irá variar entre os 10 e os 15 dólares (7,30 e 11 euros)"
Quem resistirá?

Ninguém diria que a marijuana ainda é considerado um "produto ilegal na legislação federal".

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Olá, tudo bem?

Já queria ter escrito isto à mais tempo. Mas lembrei-me ontem, ao comentar sobre o assunto.

Sem querer ferir susceptibilidades, mas "Olá, tudo bem?" é uma das frases de conveniência que me irritam imenso. Não sei se vos acontece, mas eu oiço isto com frequência.

A pessoa vai a passar por outra (em andamento) e diz "Olá". Ponto final.
Mas, quando acrescenta o "tudo bem", só o acrescenta por conveniência. Não porque quer realmente saber se está tudo bem (e, atenção, que falo de conhecidos e não de amigos).
Só porque me irritava tanto, eu já cheguei a responder "sim, e contigo?". A pessoa ficou a olhar para mim, como se não esperasse tal pergunta. Então, e se eu respondesse que não? Pararia de propósito só para ouvir os meus dilemas de vida?! I don't think so.

Com pressa, conhecido, querer ser bem-educado/simpático? Então: "Olá"

"A galinha da vizinha é melhor do que a minha"

É mais fácil olharmos para o lado e pensarmos que esse lado é melhor que o nosso. É fácil pensar que a vida dos outros é mais simples do que a nossa. Que não tem tantos problemas. E, mesmo tendo, que essa pessoa tem uma personalidade mais forte, capaz de lidar melhor com o que quer que seja.

Esquecemo-nos de olhar para o bom que a nossa vida tem. Esse 'bom' é dado como garantido; e normalmente só nos damos conta do quão 'bom' era até o perdermos.
Esquecemo-nos de que o outro "lado" também tem falhas.
Esquecemo-nos de que não conhecemos tudo acerca das pessoas e de que ninguém é um 'forte'.

É mais fácil esquecer. Difícil é lembrar.


No banho.

Será só a mim que me acontece ter as ideias mais brilhantes enquanto tomo banho?

E, atenção, que quando digo "mais brilhantes", não quer dizer que o sejam sempre. Mas são sempre, pelo menos e normalmente, as mais produtivas do dia.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Só a pensar.

Eu não gosto de pensar no futuro. Mas penso.
Tenho andado a considerar, se tudo correr bem, em ir fazer ERASMUS daqui a 2 anos. Ir para a Finlândia... Acho que me ia fazer bem. Para além de que dizem que é uma experiência, tanto a nível profissional como pessoal, inesquecível. E tenho que aproveitar o facto de não ter filhos, nem marido, nem namorado, right? Se bem que, a minha mãe não gostou muito da ideia; mas habituar-se-ia.
Mais a curto prazo, tenho andado a planear qual o melhor momento para começar a tirar a carta. Dizem que no 2º ano do curso é extremamente difícil arranjar tempo para o que quer que for.

Enfim... são só pensamentos.

Devia ir estudar mazé.

New Optimism Gang


Sim, já pertenço ao Gang :D
Oficialmente, o blogue nº 116 da New Optimism Gang!
Sempre achei a ideia em si, um conceito inovador. Diferente - mas no bom sentido.
A favor do optimismo :)

domingo, 23 de janeiro de 2011

Marley & Eu

Nunca tinha visto o filme (nem lido o livro, já agora).
Vi-o, pela primeira vez, hoje na tvi.
Sem exagero, chorei durante os últimos 30min do filme!
Damn you, Marley.





“Os cães não precisam de carros luxuosos, casas grandes ou de roupas caras! Água e alimento já são o suficiente. Um cão não se importa se és rico ou pobre. Esperto ou não. Inteligente ou não. Entrega-lhe o teu coração e ele dar-te-à o dele. De quantas pessoas podemos dizer o mesmo? Quantas pessoas nos fazem sentir raros, puros e especiais? Quantas pessoas nos fazem sentir… extraordinários?”


Grogan in Marley & Me

Sobre eleições.

Mais de 50 e tal % de abstenções?!
Mas tenho que congratular o Sr. José Manuel Coelho. Que, com uma campanha muito cómica (aquilo de levar um coelho a passear e no seu tempo de antena reperesentar um bêbado...) ainda ficou com mais de 5%.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Antes passar fome.

Hoje, a Sic noticiou que, devido à crise, cada vez mais se abandonam animais de estimação, porque os donos deixam de ter condições para cuidar dos mesmos.
A senhora que trabalhava no canil disse qualquer coisa do género: " É a 1ª coisa que se desfazem. Só depois deixam de ir ao cinema, ou vendem o carro. Isto, quando um animal deveria pertencer à família".
Não posso deixar de achar a senhora um pouco generalista; mas também sei que o que diz é algo frequente.
Sem querer ferir susceptibilidades e perdoem-me a expressão, mas antes passar fome, a ter que abandonar qualquer um dos meus animais.